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quarta-feira, 7 de julho de 2010

À força

Ela que supera e impõe
Manda nos instintos
Contrária à vontade
À força

Nas horas planejadas
Mudanças à força
Tudo à força
Sem vontade.

A força que manda
À força
Nada que pensamos é mudado sem ser
À força.

Todos os dias
Toda hora
A força se impõe
A força reina
Tudo isso
À força


19 de junho de 2010

Sono

Dormência incomoda a
Atrapalhar a vida
Originando sensações
Esquisitas e a dormência

Acaba-se por terminar
Em um mundo incapaz
De controlar e apaziguar
A tranquilidade sem o sono.

Acabo-me por cansar
Deitar para usufruir dos sonhos
Navegando inteiramente
Na imensidão do abismo sonhador.

A dormência toma conta
No sonho um sono eterno
Acabo-me por cansar.

17 de junho de 2010

O começo de uma nova fase?

Não sei exatamente se é uma nova fase. Sei que comecei a escrever poema. É legal. Você tem a inspiração, pega um pedaço de papel e coloca tudo nele. Sai muita coisa. Esses dias por exemplo, quando eu estava fazendo uma AE veio uma frase na cabeça. Escrevi na classe... depois eu apaguei hehe.
Conforme vou escrevendo, vou postando. Aceito reclamações, sugestões e críticas. As críticas fazem o ser humano mudar e crescer.
Tudo o que escrevo envio ao profº. cap. Pasini. Ele faz a revisão. Depois disso, posto aqui.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Poema escrito em homenagem ao 3º Ano do CMSM

Hoje à tarde, ao visitar o blog do professor Pasini encontrei o poema dedicado ao 3º ano do CMSM

A docência - A doce vida

Os olhos novos
iluminados de vida.

A aprendizagem a flor da pele.
Entender, esquecer
compreender, esquecer
duvidar, entender
esquecer até da pergunta!

Os olhos novos
iluminados de vida.

Uma viagem de volta
ao tempo
das incertezas
e das esperanças.

Discência.
Pujança para sobreviver
ao cansaço
que irá se transformar em saudade.

Juventude.
Um pequeno ponto
coberto de possibilidades
por todos os lados.

Docência.
Momento inesquecível
de aprender a voltar
a ser aluno.

Dúvidas
Dívidas
Dias.

Deus nasceu adolescente
e ficou criança.
Saiu da sala e voltou
aos parquinhos...

A velhice se afasta
quando toca o sinal
e a aula recomeça.

A única pressa
é a do aluno
que sabe que o professor é chato.

Existe um mundo
imaginável
dentro de uma caixa de giz.

Adeus?
Não.
Apenas uma despedida
até a outra prova,
até bater a sineta,
até chegar a próxima escola...

De volta para a vida.

Os olhos novos
iluminados de vida.

Autor: Carlos Giovani Delevati Pasini

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Leitura da(s) semana(s)

Chegando ao fim da leitura obrigatória, estou lendo Érico Veríssimo.

O livro: Olha os lírios do campo

Motivos:
Gostar dos livros de Veríssimo
Influência da colega e amiga Tassiane Cassól.

Porém, devido ao intenso ritmo de aplicação de provas do colégio, não sei quando vou terminar.

Au revoir!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Palestra de Haydée S. Hostin Lima

No último dia da I Semana Literária do CMSM tivemos o privilégio de assistir a uma palestra da escritora santamariense Haydée S. Hostin Lima, autora de Telhado de Vidro e Coração Guepardo. A autora falou muito bem. Foi muito boa a palestra. Disse que a poesia está nas entrelinhas do poema, além de várias outras falas em favor da literatura.

Se você, raro leitor, visitar o blog www.giovanipasini-educacao.blogspot.com, com certeza encontrará maiores detalhes da palestra. Giovani Pasini, ou como é conhecido, Cap. Pasini, é o organizador da I Semana Literária do CMSM.

Pudemos notar como a literatura incentiva as pessoas.

Viva a LITERATURA!

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Santo Capuccino

De vez em quando costumo escrever alguma coisa. Um pequeno texto. Gosto dos livros de Luís Fernando Veríssimo e tento escrever nos mesmos moldes que ele.

Santo capuccino
João e Joana. Fruto de um capuccino. Inverno chuvoso em Veneza. Viagem de férias sem lembrar as altas despesas do hotel.
- Ciao, un capuccino per favore! - falou um João alegre no café do hotel.
- Ragazzo, un capuccino! - uma lindo moça no banco ao lado.
João, estupefato. Joana, admirada.
- Piacere, Joana - ao mesmo tempo em que João se apresentava.
- Capuccino?
- Uma das sete maravilhas do mundo na minha lista.
- Va bene con te? - João encabulado
- Tudo ótimo
Joana vira-se para pegar seu capuccino. João fica impressionado ("Mas ela é brasileira").
- hmm... viagem al lavoro? - pergunta João com seu italiano pouco usado
- Férias
- Abençoadas férias - esquece das poucas palavras em italiano que sabe. E se ela é italiana?
- Brasiliani?
- Do Rio Grande do Sul - brilham os olhos de Joana ao falar de sua terra.
- Sou de Canoas - fala João querendo continuar a conversa. Está cada vez mais admirado pela moça do capuccino.
- Nossa, sou de Porto Alegre. Vizinhos?
- De alguns quilometros - diz João rindo e Joana dando gostosas gargalhadas.
Conversam sobre a Itália, Veneza, Rio Grande do Sul, filmes, músicas, livros, culinária (paixão de ambos)... os mesmos gostos. Até a famosa pasta italiana ao queijo.
- E a pasta ao queijo? - pergunta Joana, muito interessada no ragazzo de Canoas.
- Com vinho muito melhor.
- Estou no 214 - informa Joana após o último gole do seu capuccino.
- 306
- 20h, te espero - sussura Joana no ouvido de João
Joana sai em direção aos elevadores
- Santo capuccino - João pressentindo que seriam as melhores férias.

terça-feira, 18 de maio de 2010

A Literatura no cenário atual

É comum vermos nas salas de aula alunos reclamarem quando é passada a tarefa de ler um simples livro, seja qual for o autor e o número de páginas (quanto mais, maiores são as reclamações). A realidade fora da sala de aula não é diferente. A maioria dos jovens tem tendência a permancer na frente do computador horas a fio, jogando ou conversando. Portanto esquecem de ler qualquer parágrafo. E, quando solicitada uma leitura em voz alta, acaba sendo um "fiasco". As conversas acabam assassinando a Língua Portuguesa. Já li diversos textos em que gírias e "abreviaturas" são usadas.

A leitura de livros começou a ser incentivada. (re)Edições de clássicos da Literatura Brasileira, como por exemplo Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, você compra por R$9,90 (cito aqui a coleção L&PM). Porém, sempre há os "aproveitadores". No final de semana anterior à Feira do Livro de Santa Maria, uma reportagem no jornal Diário de Santa Maria listou todas as edições de clássicos falsificadas. A quantidade é apavorante. Não sabemos mais se quando compramos um livro ele é confiável. E a lista de livros suspeitos de serem falsificados é tão grande quanto a primeira. O que adianta a frase "Cultura. A gente se vê por aqui" se a parcela de pessoas que lutam para evitar essas falsificações é mínima e não recebe incentivo? O que adiantam as ações implantadas pelo governo se o combate ao roubo e à falsificação é deixado em úlitimo plano?

Levanto essa ideia nunca compartilhada antes não por gostar de ler bons livros, mas sim por ser um grande defensor da Literatura e da leitura.

Au revoir!

P.S.: A cada postagem vou procurar melhorar o jeito que escrevo.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Os 3 mais

Os livros mais vendidos na semana foram:

Ficção
  • A Cabana - William Young (SEXTANTE)
  • O Símbolo Perdido - Dan Brown (SEXTANTE)
  • Alice - Lewis Carroll (ZAHAR)

Não-ficção

  • Múltipla Escolha - Lya Luft (RECORD)
  • Comer, Rezar, Amar - Elizabeth Gilbert (OBJETIVA)
  • As Vidas de Chico Xavier - Marcel Souto Maior (PLANETA)

Autoajuda e Esoterismo

  • Cartas entre Amigos - Sobre Perder e Ganhar - Gabriel Chalita e Fábio de Melo (GLOBO)
  • Se Abrindo Pra Vida - Zibia Gasparetto (CONSCIÊNCIA)
  • Por que os Homens amam as Mulheres Poderosas - Sherry Argov (SEXTANTE)

Esta semana vai ser corrida. Vou tentar postar em breve. Quem sabe um bom texto ou um ensaio de minha autoria?

Boa semana